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Comédia de João Luiz Fiani explica porque o mundo não acabou.
Segundo todas as profecias, o mundo deveria acabar no ano 2000. Deveria, porém algo saiu errado.
Nem o mais respeitado nem o mais cara de pau dos exotéricos tiveram argumentos ou coragem para explicar.
Para preencher essa lacuna mal explicada, João Luiz Fiani apresenta sua versão para os fatos, na divertidíssima comédia Apocalipse - Porque O Mundo Não Acabou.
O novo espetáculo da Cia. Máscaras de Teatro, que estreou no último dia 22 de março dentro da mostra Fringe do Festival de Teatro de Curitiba, mais uma vez conta com texto e direção do experiente João Luiz Fiani, que dá uma idéia do que o público pode esperar: "Não se trata de uma comédia besteirol, mas uma visão cômica sobre o porquê de as profecias sobre o fim do mundo não terem se cumprido.
Dentro da peça, há diversas críticas sociais inseridas de forma bastante sutil, mas que os espectadores mais atentos poderão perceber", explica o autor.
Além do texto e da direção, Fiani assina ainda a cenografia e os figurinos da montagem, enquanto a sonoplastia fica a cargo de Marco Novack e a iluminação por conta de Glaudiane Krull, ambos oriundos da própria companhia.
Os renomados atores Marino Jr., Rogério Bozza e Paulo Friebe encabeçam o elenco composto por jovens atores formados nos cursos de interpretação oferecidos pela Fundação Teatro Lala Schneider, entre eles Jader Alves, Mônia Sartor, Caroline Gulin, Flávia Lacerda, Ana Rafaela D´Oliveira, Raquel Silveira, Gerson Egg e outros. "Dessa forma damos a nossos ex-alunos a oportunidade do exercício profissional e os apresentamos ao mercado de trabalho", comenta Fiani.
A peça conta com todos os ícones envolvidos nas profecias sobre o fim do mundo: anjos, diabos, bruxas e seus caçadores e é, claro, os 4 cavaleiros do Apocalipse, que na versão de Fiani são uma surpresa para o público.
Após cumprir a temporada de 6 apresentações durante o Festival de Teatro de Curitiba, o espetáculo, que ficou entre as 3 maiores bilheterias da mostra Fringe, entra em circuito regular no próprio Teatro Lala Schneider no já consagrado horário da meia-noite, ocupado por vários outros sucessos de público como a saga da Casa do Terror.
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